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Pneus: rodízio ou troca?

Alinhamento, balanceamento e rodízio têm funções diferentes. Veja a cada quanto tempo fazer cada um e quais sinais não devem ser ignorados.

14 de agosto de 20245 min de leituraPneus e Rodas
Pneus: rodízio ou troca?

Todo veículo sai de fábrica com as rodas na posição correta de alinhamento. Buraco, guia e impacto do dia a dia tiram essa geometria do lugar, e o primeiro a pagar a conta é o pneu, que passa a desgastar de forma irregular e compromete a estabilidade do carro.

Quando fazer o alinhamento

  • A cada 5.000 km
  • Quando aparece desgaste excessivo na área do ombro do pneu
  • Quando o desgaste toma forma de escama
  • Trepidação nas rodas dianteiras ou vibração no carro
  • Volante duro ou carro puxando para um dos lados

E o balanceamento?

Balanceamento é o equilíbrio do conjunto pneu e roda, feito com contrapesos. Um conjunto desbalanceado gera vibração, desconforto ao dirigir e desgaste prematuro da suspensão e dos próprios pneus.

  • A cada 5.000 km
  • A cada troca de pneus
  • Sempre que fizer o rodízio
  • Ao primeiro sinal de vibração
  • Depois de qualquer reparo no pneu

Vale um lembrete que muita gente ignora: o balanceamento das rodas traseiras é tão importante quanto o das dianteiras. Deixar só a frente em dia resolve pela metade.

Rodízio ou troca

O rodízio distribui o desgaste entre os quatro pneus e prolonga a vida útil do jogo. A troca entra quando a profundidade dos sulcos chega ao limite, quando há dano estrutural ou quando o desgaste irregular já não tem correção. Na oficina, avaliamos o conjunto inteiro antes de recomendar qualquer serviço.

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